O procurador-geral de Justiça Militar, Claudio Roberto de Bortolli, foi reconduzido ao cargo para o biênio 2026-2028. Essa nomeação ocorre em um momento significativo, pois o próprio Ministério Público Militar (MPM), órgão que ele chefia, move um processo que visa a expulsão do ex-presidente Jair Bolsonaro das Forças Armadas. Bolsonaro, embora não esteja na ativa, mantém o posto de capitão reformado.

A ação do MPM, liderado por Bortolli, solicita que o Superior Tribunal Militar (STM) declare o ex-presidente “indigno para o oficialato”, o que poderia resultar na perda de suas patentes e postos. Essa medida é parte de um processo mais amplo que envolve outros condenados por participação em tramas golpistas. A recondução de Bortolli ao cargo de procurador-geral pode ter implicações significativas para o andamento desses processos.

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