A pesquisa “Viver nas Cidades: Mulheres 2026” revelou um contraste interessante em Porto Alegre. De acordo com os dados, a capital gaúcha apresenta o maior percentual de mulheres que relatam ter enfrentado algum tipo de assédio. No entanto, ao mesmo tempo, a cidade também aparece como uma das que menos reconhecem desigualdade na divisão das tarefas domésticas.

A pesquisa, realizada pelo Instituto Cidades Sustentáveis e a Ipsos-Ipec, teve como objetivo mapear a percepção de mulheres e homens de dez capitais brasileiras sobre questões ligadas à desigualdade de gênero. Os resultados mostram um quadro complexo em Porto Alegre, onde as mulheres enfrentam altos níveis de assédio, mas também parecem ter menos percepção da desigualdade doméstica.

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