Os moradores de Rio Pardo e da região do Vale do Rio Pardo precisam estar atentos: o número de aves mortas por gripe aviária no RS subiu para 15. Essas aves silvestres, da espécie cisne-branco, foram encontradas na Reserva Ecológica do Taim, no Sul do estado, que agora está interditada até que o episódio seja controlado. Isso pode gerar preocupação entre os habitantes da região, especialmente aqueles que frequentam a reserva ou têm contato com aves.

É importante saber que a gripe aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente aves, mas também pode infectar mamíferos e, em raras situações, seres humanos que tenham contato direto com animais contaminados. A transmissão ocorre por meio de secreções, fezes ou carcaças infectadas. No entanto, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) afirma que a detecção não afeta a condição sanitária do estado e do país como livre da gripe aviária, o que também não gera impacto no comércio de produtos avícolas. Além disso, não há risco na ingestão de carne e ovos, já que a doença não é transmitida por meio do consumo.

O impacto para a região do Vale do Rio Pardo pode ser significativo, especialmente se a doença se espalhar para aves domésticas. A vigilância está sendo realizada na região por servidores da Seapi, em parceria com as equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). É fundamental que a população local esteja informada e tome as precauções necessárias para evitar a propagação da doença. A Organização Avícola do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs) também emitiu um posicionamento institucional, destacando que a ocorrência de gripe aviária não deve prejudicar as exportações gaúchas de aves.

Com informacoes do G1 RS fonte original.

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