A família da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, esquartejada em Florianópolis (SC), vive um momento de “sofrimento imenso”, “espera angustiante” e “luto interrompido”. Há duas semanas, eles aguardam a liberação do corpo para poder realizar o sepultamento em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A situação é ainda mais dolorosa devido à demora na liberação do corpo, o que impede a família de realizar o funeral e encontrar um mínimo de paz.

Os irmãos de Luciani pedem justiça por meio de publicações nas redes sociais, expressando a dor e a frustração com a situação. Eles apenas desejam poder se despedir de forma digna e encontrar um fechamento para o luto que está sendo prolongado devido à demora na liberação do corpo. A delegacia responsável pelo caso trata o ocorrido como latrocínio, e a família aguarda ansiosamente pelas investigações e pelo sepultamento de Luciani.

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