O sociólogo e ambientalista da Guiné Bissau, Miguel de Barros, afirmou que as comunidades tradicionais brasileiras e africanas são atacadas por empresas de países ricos que buscam controlar terras raras.

De acordo com Barros, as ações dessas empresas incluem a busca do monopólio do patrimônio dos recursos naturais, como a produção de instrumentos bélicos e a manipulação de patentes. Ele também destacou que o controle da Amazônia significa controlar a capacidade de produção alimentar, reserva de energia e de água.

Barros ressaltou que as empresas buscam elementos estratégicos para a produção de bombas nucleares, carros elétricos e telefones celulares. Fonte: materia completa.