O Atlas da Mobilidade Social, divulgado recentemente, aponta que gênero, raça e origem familiar são fatores determinantes para a baixa mobilidade social no Brasil. Essa plataforma pública foi desenvolvida pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds), em parceria com o grupo de pesquisa Prospera Lab.

De acordo com o levantamento, jovens não brancos que nasceram em famílias pobres têm mais probabilidade de permanecer nesse mesmo grupo quando adultos, em comparação com jovens brancos. Além disso, o gênero também influencia significativamente as possibilidades de mobilidade social, com mulheres tendo menos chances de escapar da pobreza em relação aos homens.

Os dados do Atlas mostram que filhos de pais pobres têm 48% de chance de permanecer nesse mesmo grupo quando atingem a idade adulta. Já jovens cujos pais pertenciam à faixa intermediária ou aos 25% mais ricos têm mais probabilidade de alcançar um grupo de maior renda na vida adulta. Fonte: materia completa.